terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Sonda desaparecida á mais de uma década encontrada na superfície do planeta vermelho.

Terminou no passado dia 16 de Janeiro o mistério sobre o que teria acontecido a Beagle 2, uma sonda britânica lançada no dia de Natal de 2004 com o destino ao planeta vermelho.
  Infelizmente, tudo indica que os painéis solares não abriram completamente, o que explica o facto do sistema de comunicação não ter funcionado, e perdendo assim o contacto com a sonda.
  Os cientistas estão contentes porque não só conseguiram fazer uma aterragem em Marte sem o equipamento se destruir no impacto.

  «Foi um falhanço mas não um falhanço total. Ao menos houve uma aterragem em Marte», disse o Diretor-geral da ESA, Jean- Jacques Dordain, em declarações á AFP. 


Reflexão: Confesso que fiquei um pouco desiludida porque a Beagles 2 ia ser uma mais valia para o estudo de Marte e das suas características. «Ainda não foi desta»


Pegada Geológica…

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Nautilus

Nautilus, é considerado por muitos como um fóssil vivo (um fóssil vivo é um organismo que mantém a mesma forma ao longo de milhões de anos).
Nautilus é o maior e mais comum de cerca de seis espécies conhecidas. Tal como o celacanto , manteve-se inalterada por mais de 400 milhões de anos. Durante os tempos pré-históricos, havia cerca de 10.000 espécies diferentes de nautilus, mas apenas um pequeno grupo são conhecidos por sobreviver hoje.



O Nautilus é um molusco e um membro da família dos cefalópodes e está intimamente relacionado com as lulas, chocos e polvos. Como a maioria dos cefalópodes, ele pode usar propulsão a jato para atingir velocidades de mais de dois nós. 
Nautiluses são encontrados no oceano  Pacífico e Índico, onde passam as suas horas de luz do dia em profundidades.À noite, elas migram para águas mais rasas para se alimentar entre os recifes de coral
Curiosidade: A concha do nautilus foi um dos temas escolhidos pelo arquiteto mexicano Javier Senosiain, para construir uma casa inspirada no animal.

Reflexão: Numa das aulas de geologia o professor falou-nos sobre este fóssil vivo. não sabíamos da sua existência e tivemos curiosidade em explorar mais sobre o nautilus.
Descobrimos que há forma de salvar este animal surpreendente recusando-nos a comprar conchas Nautilus.

Informação retirada de:

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Mineral com 4,4 mil milhões de anos é o mais antigo pedaço de crosta da Terra

Um pequeno pedaço do mineral zircão, descoberto na Austrália, mostra que a vida na Terra pode ter aparecido há mais tempo do que o esperado.  O mineral de zircão tem cerca do dobro do tamanho do diâmetro de um cabelo humano.




Uma equipa de cientistas determinou que um pequeno pedaço do mineral zircão tinha 4,4 mil milhões de anos . O objecto, encontrado num terreno de ovelhas, na Região Oeste da Austrália, é o mais antigo pedaço de crosta do nosso planeta jamais encontrado, mostra um artigo publicado na revista Nature Geoscience.

Reflexão: É realmente incrível as desobertas que se vão fazendo. Não sabíamos da existência do mineral zircão e ficámos impressionadas com os milhões de anos que este possuí.

Informação retirada de:

Pegada Geológica
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quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

BIFs (Banded,irn,Formations):

Formações de ferro bandado (em inglês Banded iron formations ou BIFs) são um tipo de rochas distintas encontradas em rochas sedimentares do Pré-Câmbricos. Estas estruturas consistem em camadas de minerais de óxido de ferro (magnetite (Fe3O4) ou hematite (Fe2O3)), alternadas com bandas de xisto e sílex.



Reflexão: Os primeiros BIF aparecem no Arcaico e resultam não como os BIF do Paleozóico em que o ferro dissolvido na água oxida com o oxigénio resultante da fotossíntese dos Estromatólito , mas dos efeitos dos raio U.V .
São uma fonte importante de minérios de ferro.

Informação retirada de:



Pegada Geológica...




Fotografia

Numa aula de geologia abordámos as diferentes técnicas de fotografia, aqui mostramos algumas que tirámos.


Fotografia Macro: Foto tirada a curta distância e que capta os pequenos detalhes.




Fotogafia Panorâmica: refere-se a uma vista inteira de uma área circunvizinha e obtém-se através da junção, com o software indicado, de várias fotografias de cada parte da área que se pretende abranger.




Fotografia HDR: HDR significa High Dynamic Range, ou seja, Alto Alcance Dinâmico e permite captar todos os detalhes de uma imagem mesmo que com luzes de intensidades diferentes. Tal é conseguido através da sobreposição, com o software indicado, de uma imagem escurecida e outra mais clara.

Antes:





Depois:
















Regra dos três terços: é uma técnica utilizada na fotografia para se obter melhores resultados.
 Para utilizá-la deve-se dividir a fotografia em 9 quadros, traçando duas linhas horizontais e duas verticais imaginárias, e posicionando nos pontos de cruzamento o assunto que se deseja destacar para se obter uma foto equilibrada.



Reflexão: Foi muito divertido tirar-mos estas fotografias, não tinhamos conhecimento destas técnicas mas agora iremos utilizá-las para obter fotos de qualidade.

Pegada Geológica...

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Todos os satélites que passam por Cabo Verde estão de olhos no vulcão

No passado, o vulcão da ilha do Fogo já tinha aprofundado os laços entre Cabo Verde e Portugal. Ao entrar novamente em erupção, na manhã de 23 de Novembro, intensificou essa colaboração em várias frentes. Numa delas, as autoridades cabo-verdianas solicitaram ajuda para monitorizar a erupção vulcânica e, em resultado disso, Portugal requisitou à União Europeia a activação de um serviço de protecção civil baseado em satélites de observação da Terra: a todos os satélites que passem por cima do território cabo-verdiano foi pedido que recolham imagens da ilha do Fogo — e, claro, do seu vulcão cuja lava já engoliu o núcleo central da povoação da Portela.














Reflexão: A grande preocupação agora é a povoação, e a maneira de como salvar os habitantes de Bangaeira. existe algumas imagens captadas por satelites que nos ajudam a perceber melhor por onde se estendeu a lava.

Informação e imagens retiradas de:  http://www.publico.pt/geologia



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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Formação dos Himalaias



Os Himalaias estão entre as formações montanhosas mais jovens do planeta. De acordo com a moderna teoria das placas tectônicas, a sua formação é resultado de uma colisão continental, ou então, pelo processo de orogenia (isto é, processo de formação de montanhas) entre os limites convergentes entre as placas Indo-australiana e da Eurásia. A colisão iniciou-se no Cretáceo Superior há cerca de 70 milhões de anos, quando a placa Indo-australiana se moveu rumo ao norte e colidiu com a placa da Eurásia. Há cerca de 50 milhões de anos, com a movimentação rápida da placa Indo-australiana, a junção já havia-se estabelecido. Entretanto, a placa, continua a movimentar-se horizontalmente para baixo do planalto do Tibete, forçado a ascendência do planalto. As montanhas de Arakan-Yoma em Mianmar e as ilhas Andamão e Nicobar na Baía de Bengala também se formaram em decorrência dessa colisão.


A placa Indo-australiana ainda se move numa proporção de 67 mm/ano, e nos próximos 10 milhões de anos avançará cerca de 1500 km para o interior da Ásia. Cerca de 20 mm/ano da convergência da Índia com a Ásia é absorvida pelo empuxo ao longo da frente sul do Himalaia. Isto leva os Himalaias a elevar-se cerca de 5 mm/ano; fazendo com que eles sejam geologicamente ativos. O movimento da placa indiana em direção à placa asiática, também faz esta região ser sismicamente ativa, induzindo terremotos periodicamente

Reflexão:Se a movimentação das placas continuar, os Himalaias irão elevar-se cada vez mais, e irá haver mais ocorrência de terramotos.
Fonte: http://pt.wikipedia.org


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